Arquivo | Noticiário RSS feed for this section

O menino que tirou a sede de 1 milhão de Africanos

30 nov

O seu nome é Ryan Hreljac, nasceu no Canadá em maio de 1991, hoje (2010) tem 19 anos.

Tudo começou quando ele era pequeno e na escola, com apenas seis anos, sua professora falava sobre como viviam as crianças na África.

Profundamente comovido ao saber que algumas até morriam de sede, pois não tinham água corrente ou poços para tirar água e pensar que a ele bastavam alguns passos para que a água saísse da torneira durante horas…

Ryan perguntou quanto custaria para levar água a eles. A professora pensou um pouco, e se lembrou de uma organização chamada WaterCan, dedicada ao tema, e lhe disse que um pequeno poço poderia custar cerca de 70 dólares.

Quando chegou em casa, foi direto a sua mãe Susan e lhe pediu 70 dólares para comprar um poço para as crianças africanas.
Mas sua mãe não lhe deu e disse que se ele fizesse algumas tarefas em casa Ryan ganharia alguns dólares por semana.

Finalmente Ryan conseguiu os 70 dólares e pediu à sua mãe que o acompanhasse à sede da WaterCan para comprar seu poço para os meninos da África. Quando o atenderam, disseram-lhe que o custo real da perfuração de um poço era de 2.000 dólares.

Então Susan deixou claro que ela não poderia lhe dar 2.000 dólares por mais que limpasse cristais durante toda a vida, porém Ryan não se rendeu. Prometeu aquele homem que voltaria… e o fez!

Com uma meta a cumprir, Ryan pediu ajuda a todo mundo que conhecia, irmãos, vizinhos e amigos. Contagiados, todos trabalharam e conseguiram reunir os 2.000 dólares e Ryan voltou triunfante a WaterCan para pedir seu poço!!!!

Em janeiro de 1999 foi perfurado um poço em uma vila ao norte de Uganda e depois desse dia Ryan não parou de arrecadar fundos e de viajar por meio mundo buscando apoios.


Quando o poço em Uganda estava pronto,o colégio começou a trocar correspondências com as crianças do colégio que ficava ao lado do poço, na África.

Assim Ryan conheceu Akana: um jovem que havia escapado das garras dos exércitos e que lutava para estudar a cada dia.

Ryan sentiu-se cativado por seu novo amigo e pediu a seus pais para ir vê-lo. Com um grande esforço econômico de sua parte, os pais pagaram sua viagem a Uganda e Ryan, em 2000, chegou ao povoado onde havia sido perfurado seu poço.

Quando Ryan chegou em Uganda centenas de meninos dos arredores formavam um corredor e gritavam seu nome.

Sabem meu nome? Ryan perguntou a seu guia.
– Todo mundo que vive 100 quilômetros ao redor sabe, ele respondeu.

Hoje em dia, Ryan –com 19 anos- tem sua própria fundação Ryans Well e conseguiu levar mais de 400 poços à África.


Encarrega-se também de proporcionar educação e de ensinar aos nativos a cuidar dos poços e da água. Recolhe doações de todo o mundo e estuda para ser engenheiro hidráulico. Ryan tem-se empenhado em acabar com a sede na África.

Roupa de chocolate

25 nov

Modelos vestem roupas feitas de chocolate em evento em Paris

Atrizes e apresentadoras de TV também participaram de desfile.
Festa na capital francesa celebrou abertura do 16º ‘Salão do Chocolate’.

Na primeira foto Ariane Brodier, estrela da TV francesa, desfila com roupa decorada com cholocate durante abertura do 16º ‘Salon du Chocolat’, em Paris. (Foto: AFP)

No desfile as modelos usam roupas e acessórios todos feitos de chocolate. (Foto: AFP)

Novo RG

28 out

Depois de tantos anos sem absolutamente nenhuma alteração, a nova carteira de identidade será completamente diferente do RG que conhecemos e utilizamos hoje. Segundo dizem, será um dos documentos de identificação mais modernos em todo o mundo.

O novo RG se chamará RIC – Registro de Identidade Civil, e trará o número de vários outros documentos, como RG, CPF, Título de eleitor, além de um chip que armazenará informações como tipo sanguíneo, sexo, altura, peso, cor da pele, informações trabalhistas, previdenciárias e criminais. A tecnologia dificultará a falsificação, com dispositivo anti-escaneamento, imagens ocultas, impressão digital e várias outras tecnologias.

O novo RG, ou nova carteira de identidade, terá o formato de um cartão de crédito e deverá ser implantada em todo o Brasil. Todas as informações contidas no RIC serão de um banco de dados do INI, Instituto Nacional de Identificação.

Os Estados de Alagoas, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Santa Catarina e o Distrito Federal serão os primeiros a participarem do projeto-piloto da nova carteira de identidade, chamada de Registro de Identidade Civil (RIC).

A substituição do RG pelo RIC será feita ao longo de nove anos.

Maior boca do mundo – Guinness Book

28 out

Um angolano de 20 anos ganhou um registro no livro de recordes Guinness após ter a boca esticada até 17 centímetros de comprimento. Francisco Domingo Joaquim conseguiu encaixar, inclusive, uma lata de refrigerante na boca. Segundo juízes do livro, esse é o maior registro do mundo. O recordista diz que ficou famoso depois de ter mostrado o seu feito para o mundo. Joaquim, também conhecido como “Mandíbula do Terror”, apareceu recentemente em um programa de TV italiano. (Foto: Divulgação/Guinness World Records)

Cidades Fantamas

24 ago

Centralia – EUA (A verdadeira Silent Hill)

A quentíssima cidade de Centralia, localizada na Pensilvânia. Um dia ela foi uma cidade mineradoura (como a maioria das cidades fantasmas) que chegou a ter seus 2 mil moradores, hoje ela possui 11 fiéis habitantes. Debaixo da vila extendem-se os longos túneis das minas de carvão, que após um grave incidente, o carvão pegou fogo como no inferno.
Com temperaturas que já bateram míseros 77ºC, o governo dos Estados Unidos já gastou mais de 40 milhões de dolares em recursos para o combate ao incêndio e restauração da cidade. Como nada disto deu certo, restou a evacuação da cidadela. O fogo continua queimando o subsolo da cidade até os dias de hoje, mais de 40 anos após o início. E de acordo com especialistas, o fogo poderá continuar ativo por pelo menos mais uns 500 anos.
Em 1981, um garoto de 12 anos caiu em um buraco que surgiu repentinamente sob seus pés. Um amigo que estava próximo conseguiu segurar o garoto antes que ele afundasse totalmente no buraco de 45 metros de profundidade, onde ainda era possível ver as chamas no fundo. O garoto relatou que sentiu-se como se tivesse caindo no inferno.

Kolmanskop – Namíbia

Tudo começou por volta de 1900 (mais precisamente 1908), quando alemães fundaram a cidade, esta na região da Namíbia, atraídos pela exploração do diamante que existia no local. O negócio deu certo de uma forma tão inesperada, que a cidade cresceu ao ponto de seus moradores construirem lá suntuosas (que chique) mansões, uma bela casa para festas e um hospital.

Tudo corria bem, até que um certo conflito em 1914 (leia-se Guerra Mundial) abalou as estruturas e obrigou o povo alemão daquela região fazer as malas, devido a escassez dos diamantes.

Hoje, Kolmanskop é uma ex-cidade devorada pela areia. Aos poucos o deserto que existia nos arredores da cidade foi invadindo as casas pelas suas frestas, transformando as belíssimas mansões e salões em grandes dunas com paredes e janelas. O último felizardo morador saiu da cidade em 1956 porque não agüentava mais varrer sua sala!

Ilha Hashima – Japão

O nome da criança abandonada da vez A cidade de Nagasaki, que é a atual proprietária de Gunkanjima, pretende tranformar os 6,3 hectares da cidade fantasma em um popular centro turístico, e já gastou cerca de 100 milhões de ienes construindo piers e passarelas para os visitantes. Enquanto a ilha não retorna à vida, o acesso a Gunkanjima é proibido. é ilha Hashima, mas ela é mais conhecida como Gunkanjima, que significa Ilha do Navio de Guerra (devido ao seu formato).

Ela está localizada no sul do Japão, a cerca de 20 km da cidade de Nagasaki. A origem do nome, como resumi anteriormente, deve-se as inúmeras barreiras de concreto e dos altos prédios que faziam a ilhota parecer um navio de guerra.

No ano de 1974, todos os habitantes foram obrigados a deixar o local por ordem do governo, devido a escassez de recursos naturais e conseqüentemente ao fechamento da mina de carvão local, fazendo uma cambada de 5200 trabalhadores e suas respectivas famílias fazerem as malas e partirem em busca de uma nova vida.


Bodie – EUA

O terceiro post vem estampado com a cidade Bodie, lá na Califónia. Como as outras cidades fantasmas que postei, Bodie também foi erguida devido a atividade mineradora. No ano de 1859, William Bodey (ou Bodie Bluff para os mais chegados) descobriu uma mina de ouro na região e a fofoca se espalhou…
Em busca da fortuna e de uma vida melhor, a cidade começou a receber muitas famílias, bandidos e prostitutas de todos os cantos do planeta. Os primeiros 20 mineradores tinham agora, cerca de 10 mil vizinhos. Pena que a alegria teve um fim, e após diversos incêndios na cidadela, somados com o fim do ouro fez toda galera recolher seus pertences e colocar o pé na estrada.

Pripyat – Ucrânia

No dia 26 de abril de 1986 uma explosão no reator 4 da usina nuclear de Chernobyl se transformou no pior acidente nuclear da história, causando a morte de milhares de pessoas. O governo ordenou a total evacuação da área e Prypiat, que ficava no centro da zona de exclusão, teve seus 44 mil habitantes removidos no prazo de 60 horas após o acidente. Prypiat parece estar congelada no tempo e deverá permanecer assim por muito tempo, devido à radiação que pode durar centenas de anos.
Esta pequena cidade na Ucrânia era, nada mais, nada menos, do que o local onde ficava o 4º Reator da usina nuclear de Chernobyl. Exato! O mesmo reator que deu início ao pior acidente nuclear da história, em 1986.
Desde aquele dia a cidade foi abandonada, e hoje objetos se encontram do mesmo modo como foram largados por seus donos, assim como casas, prédios e escolas. Algumas pessoas se negaram a fugir, colocando em risco sua saúde sobre uma radiação que demorará mais ou menos 900 anos para se dissipar completamente dali.

Igatu -Bahia

Igatu, a antiga Xique-Xique, é hoje uma pequena vila de cerca de 450 habitantes do município de Andaraí, perdida entre as montanhas da Chapada Diamantina, no sertão da Bahia. No auge da atividade garimpeira do diamante, entretanto, nos fins do século XIX, chegou a ter cerca 10.000 moradores, sendo uma das mais populosas e ricas da região, com casas e sobrados imponentes, dispondo de várias facilidades, como cartório, cabarés e até cinema. Uma das provas de sua passada riqueza é o imponente cemitério, construído a semelhança daquele da vizinha Mucugê. A lendária riqueza ali produzida foi objeto de tema de uma novela, a “Maria, Maria”, da Globo, de 1978, estrelada por Nívea Maria. Com o desaparecimento do diamante, nas primeiras décadas do século XX, Igatu, entre todos os centros garimpeiros da Chapada, foi o que mais sofreu. O êxodo maciço da população transformou a maioria de suas casas e sobrados em ruína. A localidade foi praticamente riscada do mapa e até as suas estradas de acesso foram abandonadas. A pequena população remanescente, que forma a atual vila, passou a dedicar-se a agricultura de subsistência. Até hoje, chegar lá é uma aventura, tal o estado precário das estradas.

O relevo montanhoso, o surgimento da cidade, do nada, as ruas de casas arruinadas, construídas em pedras, os rios encachoeirados, os caminhos e trilhas calçados em pedras irregulares, remetem à famosa Machu Pichu, do Peru. Hoje, Igatu é uma das principais referências na Chapada para o ecoturismo, ponto de partida para caminhadas de aventura (trekking), dispondo de algumas pousadas e restaurantes, simples, mas de comida muito saborosa. Há, ainda, um pequeno e charmoso museu e galeria de arte, que conta a história do local. Atrai muitos turistas pela sua singular história, pela beleza do cenário, o caráter pacato da vila, o clima, as vastidões desabitadas, a natureza intocada e, especialmente, pelo aspecto místico e romântico de cidade perdida.

 

Novas Cédulas do Real

24 ago

As novas cédulas do Real começaram a ser produzidas e as primeiras a circular serão as notas de R$ 20 e R$ 50 a partir de novembro. As demais cédulas, R$ 10 e R$ 20 deverão ser produzidas em 2011 e as de R$ 2 e R$ 5, em 2012.

Apresentadas pelo Banco Central em fevereiro, as notas mantêm as mesmas cores e os animais das cédulas antigas, mas mudam de tamanho, para facilitar a identificação por deficientes físicos.
De acordo com o BC, as cédulas antigas serão recolhidas conforme apresentarem desgastes e assim, serão recolhidas aos poucos.


Curiosidade

Além da produção das cédulas, a Casa da Moeda tem em sua linha de produção cartões telefônicos, passaportes inteligentes e selos portais e fiscais. O investimento no maquinário, que começou em 2009, gira em torno de R$ 350 milhões. A Casa da Moeda poderá disputar concorrência para fabricar as novas carteiras de identidade com chip eletrônico, além de produzir cartões de crédito e débito a partir de 2011.

Lucro

As previsões de lucro giram em torno de R$ 390 milhões em dezembro deste ano e o aumento de 53% no faturamento, de R$1,5 bilhão em 2009, para R$ 2,3 bilhões em 2010.
O que nos resta é aguardar as novas notas, e as novas previsões de produção da Casa da Moeda.

Fonte: Jornal O Globo


Problemas com a copa de 2014

13 jul

A Copa de 2014 foi lançada oficialmente dia 08/07/2010, em um evento midiático que reuniu autoridades e ex-craques da bola em Johanesburgo. Mas passados dois anos e oito meses da escolha do Brasil como país-sede do Mundial, a maioria dos estádios, os principais palcos do evento, continua no papel.

Obras, de fato, apenas em três das 12 cidades-sede. Cuiabá e Manaus começaram a demolição dos antigos estádios. As intervenções no Mineirão, em Belo Horizonte, tiveram início em janeiro.
A situação de São Paulo foi a que mais se deteriorou desde 31 de maio – terceiro prazo da Fifa para o início das obras. A capital paulista teve o Morumbi vetado pelo Comitê Organizador Local (COL) e ainda não definiu outro estádio.
Curitiba enfrenta impasse semelhante. A capital paranaense também pretende usar um estádio privado, mas autoridades locais e dirigentes do Atlético-PR não se entendem quanto ao modelo de financiamento das obras. Em Porto Alegre, o Internacional adia as principais intervenções no Beira-Rio.
Das sedes com estádios públicos, Natal e Fortaleza são as retardatárias. Em férias, os deputados do Rio Grande do Norte não votaram Projeto de Lei que permite o lançamento do edital. Por sua vez, o governo cearense enfrenta denúncias de fraude e corrupção no processo licitatório do estádio Castelão.
Salvador foi a cidade que saiu na frente na definição da empresa que reconstruirá a Fonte Nova. Mas desde então vem sofrendo reveses na Justiça que questionam a condução do processo licitatório. O governo toca obras secundárias, mas o Ministério Público impediu os repasses do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Depois de seguidos atrasos, Rio de Janeiro e Brasília conseguiram lançar seus editais. A capital definiu semana passada a empresa que construirá o Estádio Nacional. Os cariocas, que receberão a final, prometem divulgar na quinta-feira (15) as propostas financeiras para a reforma do Maracanã, o estádio mais caro da Copa.

Belo Horizonte

Em janeiro, o estádio Mineirão, de Belo Horizonte, começou as obras de reforço estrutural e correção de patologias necessárias para que o equipamento sedie jogos da Copa em 2014. A segunda fase desta reforma está iniciando agora, com a demolição dos anéis inferiores e o rebaixamento do gramado. Até agosto, as empresas interessadas em participar do projeto por Parceria Público-Privada deverão mandar a documentação exigida, para que tenha prosseguimento a terceira e última etapa das obras que permitirão sua reabertura no final de 2012.

Brasília

A licitação do Estádio Nacional de Brasília ficou quatro meses suspensa pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal, por suspeita de superfaturamento e falta de garantia para as reformas. Em maio foi liberada e, na semana passada, o consórcio Andrade Gutierrez e Via Engenharia foi escolhido para executar a reforma. Concorrente à abertura, o estádio é o segundo mais caro da Copa, com orçamento de R$ 696 milhões.

Cuiabá

Vinte máquinas pesadas trabalham no canteiro de obras do local onde será erguida a Arena Multiuso do Verdão. O lugar onde antes ficava o estádio Governador José Fragelli agora é um imenso canteiro de obras com muita poeira e barulho. A Agência Executora das Obras da Copa do Mundo do Pantanal (Agecopa) afirma que as obras estão dentro do cronograma previsto. Depois da primeira fase de trabalhos, o canteiro de obras agora passa para a etapa da fundações. A previsão é que em até 30 dias serão instaladas as estaca-raíz, estruturas de concreto que servirão de base para a nova construção.

Curitiba

Um acordo para viabilizar as obras de ampliação e reforma da Arena da Baixada está prestes a ser fechado. Para tanto, foi necessária a aceitação do Clube Atlético Paranaense de acatar soluções como o “naming rights” (venda dos direitos de nome do estádio a uma empresa, provavelmente a estatal Copel) e o bônus de potencial construtivo emitidos pela prefeitura.


Fortaleza

Mesmo após o TCE do Ceará ter liberado a licitação para as obras do estádio Castelão, diversas denúncias de irregularidades vieram à tona, e a concorrência está suspensa, graças à medida cautelar impetrada pela Justiça. No momento, aguarda-se que o Pleno do Tribunal de Justiça do Ceará julgue dois agravos internos impetrados pelo estado e pelo Consórcio Arena Multiuso Castelão.

Manaus

Até o final de julho toda a estrutura do antigo estádio Vivaldo Lima já deverá estar demolida. O consórcio contratado para a construção da Arena Amazônia (Andrade Gutierrez) já conclui 80% dos desmanches internos do estádio e recebeu, no dia 9 de julho, a ordem de serviço expedida pela Seinf – Secretaria de Infraestrutura do Estado para começar a demolição. No campo, o gramado foi removido e o trabalho de escavações para rebaixamento do piso em 2 metros já foi iniciado.

Natal

Previsto para ser lançado no último dia 30 de junho, o edital da Parceria Público-Privada do Estádio das Dunas aguarda a aprovação de um Projeto de Lei (PL) estadual que autoriza a criação de um Fundo Garantidor para as obras. Os deputados estão em recesso. Enquanto isso, o governo começou a terraplanagem do terreno. A previsão é que a obra comece em outubro.


Porto Alegre

Até agosto o Inter retomará as obras da cobertura do estádio Beira-Rio. Por enquanto, apenas cinco pilares de sustentação foram fixados em alguns pontos estratégicos para permitir a construção do museu do clube. Segundo a diretoria do clube, o estádio não terá sua cobertura pronta até dezembro de 2012, como quer a Fifa, mas apenas em 2014. O Inter informa que os trabalhos devem recomeçar “em breve” e que tudo está de acordo com o cronograma planejado. O clube enfrenta dificuldades para levantar os R$ 130 milhões necessários para bancar as reformas.


Recife

Previstas para começar em julho, as obras de construção da Arena Capibaribe, em Pernambuco, ainda não deslancharam. O consórcio formado por Odebrecht, ISG (International Stadia Group) e AEG Facilities aguarda a liberação da licença de instalação da CPRH (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos), que deve sair nos próximos dias. O estádio será erguido em São Lourenço da Mata, a 19 km do centro do Recife, e a negociação com os posseiros instalados no terreno da arena já foi concluída. A próxima etapa será a montagem do canteiro de obras.


Rio de Janeiro

Após meses de indefinições e adiamentos, o edital para a reforma do Maracanã foi lançado em 2 de junho. Mas não sem um salto no orçamento. O palco da final custará R$ 720 milhões – valor 20% maior ao divulgado em janeiro – o que o coloca entre o mais caro da Copa. As principais intervenções serão a reconstrução da arquibancada inferior e a construção da cobertura. O governo estadual pretende fechar o estádio ainda este mês. Com isso, as obras devem começar em agosto.


Salvador

As obras de demolição do estádio Fonte Nova, em Salvador, seguem em ritmo avançado, e já foram ao chão o anel inferior, vestiários e o ginásio de esporte. Mas há suspeitas de irregularidades de parte do TCE e do Ministério Público, que apontam falta de legitimidade em todo o processo, e o cronograma de obras corre risco de sofrer atrasos.São PauloSão Paulo é a única sede sem estádio. A queda-de-braço entre a Fifa e o comitê paulista culminou com o veto ao Morumbi no mês passado. Segundo o COL, as garantias financeiras para a reforma não foram apresentadas.A indefinição da capital paulista é grave. Teixeira e Blatter querem a abertura na cidade, a favorita dos patrocinadores da Copa. Para isso, um estádio para 65 mil pessoas teria que ser construído, o mais provável em Pirituba (zona norte). Mas governo estadual e prefeitura garantem que não colocarão dinheiro público na empreitada. Se abrir mão do jogo inaugural, São Paulo tem três opções: o Pacaembu reformado, a Arena Palestra e o próprio Morumbi.