Archive | agosto, 2010

Cidades Fantamas

24 ago

Centralia – EUA (A verdadeira Silent Hill)

A quentíssima cidade de Centralia, localizada na Pensilvânia. Um dia ela foi uma cidade mineradoura (como a maioria das cidades fantasmas) que chegou a ter seus 2 mil moradores, hoje ela possui 11 fiéis habitantes. Debaixo da vila extendem-se os longos túneis das minas de carvão, que após um grave incidente, o carvão pegou fogo como no inferno.
Com temperaturas que já bateram míseros 77ºC, o governo dos Estados Unidos já gastou mais de 40 milhões de dolares em recursos para o combate ao incêndio e restauração da cidade. Como nada disto deu certo, restou a evacuação da cidadela. O fogo continua queimando o subsolo da cidade até os dias de hoje, mais de 40 anos após o início. E de acordo com especialistas, o fogo poderá continuar ativo por pelo menos mais uns 500 anos.
Em 1981, um garoto de 12 anos caiu em um buraco que surgiu repentinamente sob seus pés. Um amigo que estava próximo conseguiu segurar o garoto antes que ele afundasse totalmente no buraco de 45 metros de profundidade, onde ainda era possível ver as chamas no fundo. O garoto relatou que sentiu-se como se tivesse caindo no inferno.

Kolmanskop – Namíbia

Tudo começou por volta de 1900 (mais precisamente 1908), quando alemães fundaram a cidade, esta na região da Namíbia, atraídos pela exploração do diamante que existia no local. O negócio deu certo de uma forma tão inesperada, que a cidade cresceu ao ponto de seus moradores construirem lá suntuosas (que chique) mansões, uma bela casa para festas e um hospital.

Tudo corria bem, até que um certo conflito em 1914 (leia-se Guerra Mundial) abalou as estruturas e obrigou o povo alemão daquela região fazer as malas, devido a escassez dos diamantes.

Hoje, Kolmanskop é uma ex-cidade devorada pela areia. Aos poucos o deserto que existia nos arredores da cidade foi invadindo as casas pelas suas frestas, transformando as belíssimas mansões e salões em grandes dunas com paredes e janelas. O último felizardo morador saiu da cidade em 1956 porque não agüentava mais varrer sua sala!

Ilha Hashima – Japão

O nome da criança abandonada da vez A cidade de Nagasaki, que é a atual proprietária de Gunkanjima, pretende tranformar os 6,3 hectares da cidade fantasma em um popular centro turístico, e já gastou cerca de 100 milhões de ienes construindo piers e passarelas para os visitantes. Enquanto a ilha não retorna à vida, o acesso a Gunkanjima é proibido. é ilha Hashima, mas ela é mais conhecida como Gunkanjima, que significa Ilha do Navio de Guerra (devido ao seu formato).

Ela está localizada no sul do Japão, a cerca de 20 km da cidade de Nagasaki. A origem do nome, como resumi anteriormente, deve-se as inúmeras barreiras de concreto e dos altos prédios que faziam a ilhota parecer um navio de guerra.

No ano de 1974, todos os habitantes foram obrigados a deixar o local por ordem do governo, devido a escassez de recursos naturais e conseqüentemente ao fechamento da mina de carvão local, fazendo uma cambada de 5200 trabalhadores e suas respectivas famílias fazerem as malas e partirem em busca de uma nova vida.


Bodie – EUA

O terceiro post vem estampado com a cidade Bodie, lá na Califónia. Como as outras cidades fantasmas que postei, Bodie também foi erguida devido a atividade mineradora. No ano de 1859, William Bodey (ou Bodie Bluff para os mais chegados) descobriu uma mina de ouro na região e a fofoca se espalhou…
Em busca da fortuna e de uma vida melhor, a cidade começou a receber muitas famílias, bandidos e prostitutas de todos os cantos do planeta. Os primeiros 20 mineradores tinham agora, cerca de 10 mil vizinhos. Pena que a alegria teve um fim, e após diversos incêndios na cidadela, somados com o fim do ouro fez toda galera recolher seus pertences e colocar o pé na estrada.

Pripyat – Ucrânia

No dia 26 de abril de 1986 uma explosão no reator 4 da usina nuclear de Chernobyl se transformou no pior acidente nuclear da história, causando a morte de milhares de pessoas. O governo ordenou a total evacuação da área e Prypiat, que ficava no centro da zona de exclusão, teve seus 44 mil habitantes removidos no prazo de 60 horas após o acidente. Prypiat parece estar congelada no tempo e deverá permanecer assim por muito tempo, devido à radiação que pode durar centenas de anos.
Esta pequena cidade na Ucrânia era, nada mais, nada menos, do que o local onde ficava o 4º Reator da usina nuclear de Chernobyl. Exato! O mesmo reator que deu início ao pior acidente nuclear da história, em 1986.
Desde aquele dia a cidade foi abandonada, e hoje objetos se encontram do mesmo modo como foram largados por seus donos, assim como casas, prédios e escolas. Algumas pessoas se negaram a fugir, colocando em risco sua saúde sobre uma radiação que demorará mais ou menos 900 anos para se dissipar completamente dali.

Igatu -Bahia

Igatu, a antiga Xique-Xique, é hoje uma pequena vila de cerca de 450 habitantes do município de Andaraí, perdida entre as montanhas da Chapada Diamantina, no sertão da Bahia. No auge da atividade garimpeira do diamante, entretanto, nos fins do século XIX, chegou a ter cerca 10.000 moradores, sendo uma das mais populosas e ricas da região, com casas e sobrados imponentes, dispondo de várias facilidades, como cartório, cabarés e até cinema. Uma das provas de sua passada riqueza é o imponente cemitério, construído a semelhança daquele da vizinha Mucugê. A lendária riqueza ali produzida foi objeto de tema de uma novela, a “Maria, Maria”, da Globo, de 1978, estrelada por Nívea Maria. Com o desaparecimento do diamante, nas primeiras décadas do século XX, Igatu, entre todos os centros garimpeiros da Chapada, foi o que mais sofreu. O êxodo maciço da população transformou a maioria de suas casas e sobrados em ruína. A localidade foi praticamente riscada do mapa e até as suas estradas de acesso foram abandonadas. A pequena população remanescente, que forma a atual vila, passou a dedicar-se a agricultura de subsistência. Até hoje, chegar lá é uma aventura, tal o estado precário das estradas.

O relevo montanhoso, o surgimento da cidade, do nada, as ruas de casas arruinadas, construídas em pedras, os rios encachoeirados, os caminhos e trilhas calçados em pedras irregulares, remetem à famosa Machu Pichu, do Peru. Hoje, Igatu é uma das principais referências na Chapada para o ecoturismo, ponto de partida para caminhadas de aventura (trekking), dispondo de algumas pousadas e restaurantes, simples, mas de comida muito saborosa. Há, ainda, um pequeno e charmoso museu e galeria de arte, que conta a história do local. Atrai muitos turistas pela sua singular história, pela beleza do cenário, o caráter pacato da vila, o clima, as vastidões desabitadas, a natureza intocada e, especialmente, pelo aspecto místico e romântico de cidade perdida.

 

Novas Cédulas do Real

24 ago

As novas cédulas do Real começaram a ser produzidas e as primeiras a circular serão as notas de R$ 20 e R$ 50 a partir de novembro. As demais cédulas, R$ 10 e R$ 20 deverão ser produzidas em 2011 e as de R$ 2 e R$ 5, em 2012.

Apresentadas pelo Banco Central em fevereiro, as notas mantêm as mesmas cores e os animais das cédulas antigas, mas mudam de tamanho, para facilitar a identificação por deficientes físicos.
De acordo com o BC, as cédulas antigas serão recolhidas conforme apresentarem desgastes e assim, serão recolhidas aos poucos.


Curiosidade

Além da produção das cédulas, a Casa da Moeda tem em sua linha de produção cartões telefônicos, passaportes inteligentes e selos portais e fiscais. O investimento no maquinário, que começou em 2009, gira em torno de R$ 350 milhões. A Casa da Moeda poderá disputar concorrência para fabricar as novas carteiras de identidade com chip eletrônico, além de produzir cartões de crédito e débito a partir de 2011.

Lucro

As previsões de lucro giram em torno de R$ 390 milhões em dezembro deste ano e o aumento de 53% no faturamento, de R$1,5 bilhão em 2009, para R$ 2,3 bilhões em 2010.
O que nos resta é aguardar as novas notas, e as novas previsões de produção da Casa da Moeda.

Fonte: Jornal O Globo


Você xinga o computador? Isso é normal!!

23 ago
Pesquisa mostra que o xingamento é uma reação normal dos usuários às falhas da tecnologia

Especialistas em tecnologia sempre souberam que falar com as máquinas é perfeitamente normal. Mas uma pesquisa da Harris Interactive divulgada mostra que um jeito muito específico de falar com máquinas – dirigir xingamentos aos computadores – é um comportamento de mais de 63% das pessoas.

Segundo a pesquisa, o xingamento é uma reação até saudável ao estresse provocado pelas falhas da tecnologia no nosso cotidiano. Para liberar a frustação diante da espera e da interrupção na atividade, o jeito é mesmo xingar.

A pesquisa foi patrocinada pela Intel – fabricante de microchips que comprou a McAfee – deu o curioso nome de “síndrome ampulheta” para esse comportamento.

De acordo com o estudo, 80% dos norte-americanos adultos se dizem frustados ao esperar pelo funcionamento adequado de algum equipamento e pelos 51% reagem a essa frustação com comportamentos pouco usuais, como gritar ou xingar o equipamento (63%), clicar no mouse insistentemente (29%) ou bater na tela e no teclado (24%)

As pessoas entrevistadas também admitiram ter os comportamentos estranhos diante de familiares ou amigos (46%) e colegas de trabalho (33%), desabando a raiva. E 35% dos participantes da pesquisa assumiram ter perdido uma compra online, um ingreso ou uma passagem de avião enquanto esperavam um computador funcionar.


Alergia a esmalte

3 ago

Boa Tarde Amores!!

Como todos sabem eu tenho alergia a esmalte, siiiiim, a esmalte.

Depois de fazer muitos exames, passar em milhares de dermatologista eu não descobri que eu tinha alergia a esmalte, é isso mesmo que vocês ouviram, eu não descobri.

Cada médico que eu passava falava uma coisa. Uns diziam que era alergia a tinta de cabelo, ai parei de pintar o cabelo, outro disse que era alergia a molho de tomate, porque eu sempre ficava inchada na segunda ou terça feira então devia ser alguma coisa que eu comia de final de semana e o que eu comia de final de semana era macarrão com molho.

Enfim parei de fazer tudo isso e nada da alergia passar, vivia toda brilhante porque sempre lotava o rosto de pomada pra ver se amenizava a alergia, mas nada adiantava, até que um dia eu fui fazer a sobrancelha e a mulher perguntou porque eu tava com o olho inchado com o pescoço vermelho e com manchas vermelhas no rosto, como sempre eu respondia que não sabia o que era e que aquilo no meu pescoço não era um chupão (meu pescoço ficava com uma super mancha vermelha e inchada e sempre tinha algum idiota pra falar que aquilo era um chupão).

Na maior tranquilidade ela me disse que aquilo era alergia a esmalte.

Lógico que eu perguntei como ela sabia, ai ela me disse que ela ficava do mesmo jeito e que um dia uma mulher disse pra ela que aquilo era alergia a esmalte.

Ela me falou exatamente tudo o que eu sentia, ficava com os dedos coçando depois que fazia a unha, mas não era uma cocerinha, era uma coceira de verdade, ficava com os olhos inchados, vermelho e tudo aquilo que faz você ficar com as unhas bonitas, mas com o rosto horrível.

Então comecei a pesquisar e descobri que esse tipo de alergia se manifesta geralmente no rosto.
Mas porque no rosto?
A resposta é simples, a unha é menos sensível e por isso não apresenta reação então quando passamos a mão no rosto, o esmalte provoca a irritação. Geralmente, por ser mais sensível, a área do olho é a primeira a sofrer a irritação.

E o nome das benditas substâncias que costumam provocar a alergia são o tolueno, o dibutilftalato e o formaldeído.

Mas não se esqueça que hipo é um prefixo que designa diminuição. Assim, se um esmalte é hipoalergênico significa que ele induz pouco à alergias mas não impede que elas aconteçam, ok? É necessário saber a quais substâncias você tem sensibilidade, ler sempre o rótulo e evitá-las (esse é o remédio- evitá-las!). Procure sua dermatologista.

Bem acho que é isso, se você fica desse jeito também pode crer que é alergia a esmalte.

E a solução é:

ESMALTE HIPOALERGÊNICO

Sim eles também existem, e custam o olho da cara, em média 10 reais e infelizmente as cores são limitada, ultimamente eles estão inventando umas cores novas mas nada muito legal como os esmaltes normais.

Eu gosto de usar a linha da Impala ou da Risque, tem uma outra marca que chama Argento mas eu usei e não gostei, saiu SUPER rápido da minha unha, também tem umas linhas mais caras como a Revlon, Mavala, Jordana, OPI.

Tem gente que diz que se usar base anti-alérgica por baixo do esmalte comum não da alergia, eu nunca tentei, mas se alguém quiser tentar e me contar o que aconteceu depois eu agradeço.

Dizem também que os esmaltes colorama não contém em sua formula os agentes que nós temos alergia, mas também nunca tentei.

Bom acho que é isso.

Agora eu vou colocar alguns esmaltes aqui.

Dica: quem gosta de comprar coisas pela internet, existem 2 sites que são especialistas em produtos antialergicos. Alergoshop e Allergiccenter

Beijos

Vejam o que temos de esmalte hipoalergênico: